Mês: julho 2019

6 dicas para preparar a pele antes de fazer uma tatuagem

Nesse artigo separei 6 dicas para preparar a pele antes de fazer uma tatuagem, a tatuagem é uma forma de expressão presente desde o início da humanidade. Atualmente é fácil encontrar alguém com alguma tatuagem na pele. Muitas chegam ser uma obra de arte. Mas antes de fazer uma tatuagem, são necessários alguns cuidados especiais com a pele, para obter aquele resultado final incrível que todo tatuador espera, é importante, por exemplo, dar atenção a uma boa hidratação, evitar tomar sol na região da tatuagem e depilar os pelos do local.

Cuidados com a higiene também são necessários para evitar o contágio de doenças como hepatite B e AIDS. Para isso, é necessário escolher bem o estúdio onde a tatuagem será realizada, conhecer bem o trabalho do tatuador e conferir se os materiais utilizados são autorizados pela ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

Veja também nosso artigo sobre o guia final para se tornar um tatuador.

dicas para preparar a pele antes de fazer uma tatuagem

1- Cuidados antes de fazer a tatuagem

Antes de fazer uma tatuagem é preciso preparar a pele. Ela deve estar limpa, bem hidratada e saudável. “Use um hidratante a base de ureia duas vezes por dia na região que receberá a tatuagem, fazendo dessa forma a pele ganha mais tonicidade. Observe se há pelos na região, eles precisão ser removidos. O ideal é fazer uma depilação dois dias antes da tatuagem para evitar a inflamação dos pelos”.

É recomendado também observar se o tatuador lavou as mãos com água, sabonete e álcool antes de iniciar o procedimento. A área da pele onde será feita a tatuagem também deve ser bem lavada e aplicado o álcool.

2- Escolha bem o estúdio de tatuagem

Fazer uma boa pesquisa antes de escolher o estúdio de tatuagem é necessário. Peça informações de amigos e procure informações sobre o local, para saber o que outros clientes dizer sobre ele. É importante saber se o estúdio possui alvará de funcionamento.

Faça visitas no estúdio e busque saber se o profissional usa materiais descartáveis e autorizados pela ANVISA. Exija sempre que o tatuador abra as embalagens de agulhas na sua frente. Agulhas reutilizadas podem transmitir doenças viais, como as hepatites B e C e o vírus HIV. observe também se o tatuador usa luvas durante o procedimento.

3- Remova os pelos

O procedimento da tatuagem é minucioso e exige muitos cuidados. Qualquer obstrução na área onde sera feito a tatuagem pode atrapalhar o resultado final. Uma preparação importante é remover todos os pelos da região a ser tatuada com pelo menos dois dias de antecedência, evitando a inflamação dos poros.

Caso vá depilar a sua pele com sera quente, é importante fazer isso com duas semanas de antecedência. Assim, haverá tempo suficiente para a pele se regenerar.

4- Evite insolação

Para que você possa fazer sua tatuagem com segurança, o ideal é que sua pele esteja saudável. Ou seja, ela precisa esta o mais natural possível.

Peles que sofrem com constante radiação solar acabam criando uma especie de espessamento em sua camada mais externa, principalmente se não recebem protetor solar e nos cuidados no pós- insolação. Esse espessamento, que é uma “capa de gordura” produzida pelo próprio corpo, vai interferir na inserção da agulha na pele do tatuado.

A pele queimada de sol também pode descascar em excesso e levar parte da pigmentação da tatuagem, durante o procedimento de cicatrização, além de dificultar que o tatuador veja as cores da maneira correta na pele.

O aconselhado é evitar tomar sol na parque que será feita a tatuagem durante pelo menos 15 dias de antecedência a sessão da tatuagem. E não basta apenas evitar ir a praia. A todo momento somos bombardeados com os raios solares, principalmente no período de verão.

5- Hidrate a pele

pele tatuada

Os cuidados que temos com a nossa pele antes da tatuagem vão interferir diretamente no resultado final. Então, é extremamente importante que a área onde a tatuagem será feita esteja hidratado. O recomentado é que o hidratante especifico para tatuagem seja utilizado diariamente pelo menos uma semana antes do procedimento.

O hidratante deixará sua pele mais macia, além de facilitar a aplicação da tinta e colaborar para que o procedimento da tatuagem seja menos agressivo. Além disso, no dia de realizar a tatuagem, a pele deve esta limpa, sem ter nenhum tipo de produto que não seja o hidratante especifico para tatuagem.

Na véspera e no dia da sua sessão, beba bastante água. O corpo hidratado deixará a pele em melhores condições para ser tatuada.

6- Evite arrependimento

Na grande maioria das vezes, a tatuagem é usada por adolescentes que, ainda muito inexperientes, tomam essa decisão sem pensar na carreira profissional e nas consequências estéticas durante a velhice. Inúmeras pesquisas indicam que mais da metade das pessoas que fazem tatuagem querem remove-las posteriormente. Quando uma pessoa decide fazer uma tatuagem, deve pensar na possibilidade de não gostar da imagem ou de enjoar dela com os anos, já que é muito difícil remover as tatuagens.

Segundo o médico Luiz Enrique Paschoal, dermatologista membro da região paulista da Sociedade Brasileira de Dermatologia, “toda pode ser removida, mas, os pigmentos claros são mais difíceis, o que pode resultar em cicatrizes ou na permanência de pigmento. As intervenções possíveis pode afetar a pele originando os problemas que deixam as marcas após a retirada.

Literatura Brasileira

literatura brasileira

A história da literatura brasileira tem início em 1500 com a chegada dos portugueses no Brasil. Isso porque as sociedades que aqui estavam eram ágrafas, ou seja, não possuíam uma representação escrita.

Assim, a produção literária começa quando os portugueses escrevem sobre suas impressões da terra encontrada e dos povos que aqui viviam.

Ainda que sejam diários e documentos históricos, esses representam, as primeiras manifestações escritas em território brasileiro.

Divisão da Literatura Brasileira

A literatura brasileira é subdividida em duas grandes eras que acompanham a evolução política e econômica do País.

A Era Colonial e a Era Nacional são separadas por um período de transição que corresponde à emancipação política do Brasil.

As datas que delimitam fim e início de cada era são, na verdade, marcos onde acentua-se um período de ascensão e outro de decadência. As eras são divididas em escolas literárias, também chamadas de estilos de época.

Era Colonial

A Era colonial da literatura brasileira começou em 1500 e vai até 1808. É dividida em Quinhentismo, Seiscentismo ou Barroco e o Setecentismo ou Arcadismo. Recebe esse nome pois nesse período o Brasil era colônia de Portugal.

Quinhentismo

O Quinhentismo é registrado no decorrer do século XVI. Essa é a denominação genérica de um conjunto de textos que destacavam o Brasil como terra nova a ser conquistada. As duas manifestações literárias do período são a literatura de informação e a literatura dos jesuítas.

A primeira possui um caráter mais informativo e histórico sobre o país; e a segunda, escrito por jesuítas, reúne aspectos pedagógicos.

A obra que mais merece destaque é a Carta de Pero Vaz de Caminha. Escrita na Bahia em 1500, o escrivão-mor da tropa de Pedro Álvares Cabral descreve suas impressões sobre a nova terra para o rei de Portugal.

Barroco

O Barroco é o período que se estende entre 1601 e 1768. Tem início com a publicação do poema Prosopopeia, de Bento Teixeira e termina com a fundação da Arcádia Ultramarina, em Vila Rica, Minas Gerais.

O Barroco literário brasileiro desenvolve-se na Bahia, tendo como pano de fundo a economia açucareira. Dois estilos literários que marcaram essa escola foram: o cultismo e o conceptismo.

O primeiro utiliza uma linguagem muito rebuscada e, por isso, é também caracterizado pelo ‘jogo de palavras’. Já o segundo, trabalha com a apresentação de conceitos, portanto, é apontado como ‘jogo de ideias’.

Um dos maiores representantes foi o poeta Gregório de Matos, conhecido como “boca do inferno”. Além dele, merece destaque o padre Antônio Viera e seus Sermões.

Arcadismo

O Arcadismo é o período que se estende e 1768 a 1808 e cujos autores estão intimamente ligados ao movimento da Inconfidência, em Minas Gerais.

Agora, o pano de fundo é a economia ligada à exploração do ouro e das pedras preciosas. Além disso, destaca-se o relevante papel desempenhado pela cidade de Vila Rica (Ouro Preto).

A simplicidade, a exaltação da natureza e os temas bucólicos são as principais características dessa escola literária.

No Brasil, esse movimento tem início com a publicação de “Obras Poéticas”, de Cláudio Manuel da Costa, em 1768. Além dele, merece destaque o poeta Tomás Antônio Gonzaga e sua obra “Marília de Dirceu” (1792).

Período de Transição

O chamado período de transição ocorre entre 1808 a 1836. É considerado um momento inerte da literatura brasileira, marcado pela chegada da Missão Artística Francesa, em 1816, contratada por Dom João IV.

Era Nacional

A Era Nacional da literatura brasileira começa em 1836 e dura até os dias atuais. Começa com o Romantismo e perpassa pelo Realismo, Naturalismo, Parnasianismo, Simbolismo, Pré-Modernismo, Modernismo e o Pós-modernismo.

Recebe esse nome pois ela aconteceu após a Independência do Brasil, em 1822. Nesse período o nacionalismo é uma forte característica, notória na literatura romântica e moderna.

Romantismo

Essa é a primeira escola literária a registrar um movimento genuinamente brasileiro. O Romantismo no Brasil se inicia em 1836, com a publicação da obra Suspiros Poéticos e Saudades, de Gonçalves Magalhães.

Perdura até 1881, quando Machado de Assis e Aluísio de Azevedo publicam obras de orientação Realista e Naturalista.

O período romântico no Brasil está dividido em três fases. Na primeira temos uma forte carga nacionalista, onde o índio é eleito herói nacional (indianismo). Os autores mais importantes são José de Alencar e Gonçalves Dias.

No segundo momento, os principais temas explorados estão ligados com o pessimismo e o egocentrismo, onde destacam-se Álvares de Azevedo e Casimiro de Abreu. Já na terceira fase, a mudança é notória tendo a ‘liberdade’ como mote principal. Os principais representantes são Castro Alves e Sousândrade.

Realismo

O Realismo no Brasil começa em 1881 quando Machado de Assis publica Memórias Póstumas de Brás Cubas.

As principais características são o objetivismo e a veracidade dos fatos, os quais são explorados por meio de uma linguagem descritiva e detalhada. Temas sociais, urbanos e cotidianos são apresentados pelos escritores do período.

Oposto aos ideais românticos, a ideia era mostrar um retrato fidedigno da sociedade. Além de Machado de Assis, merecem destaque Raul Pompeia e Visconde de Taunay.

Naturalismo

O Naturalismo no Brasil tem início em 1881 com a publicação da obra O Mulato de Aluísio de Azevedo.

Paralelo ao realismo, esse movimento literário também pretendia apresentar um retrato fidedigno da sociedade, no entanto, com uma linguagem mais coloquial.

Da mesma forma que o movimento anterior, o naturalismo era oposto aos ideais românticos e apresentava muitos detalhes nas descrições. Entretanto, trata-se de um realismo mais exagerado onde suas personagens são patológicas. Além disso, o sensualismo e o erotismo são marcas dessa produção literária.

A obra O cortiço (1890) de Aluísio de Azevedo é um bom exemplo da prosa naturalista desenvolvida no período. Além dele, destaca-se Adolfo Ferreira Caminha e sua obra A Normalista,publicada em 1893.

Parnasianismo

O Parnasianismo tem como marco inicial a publicação da obra Fanfarras, de Teófilo Dias, em 1882. Essa também é outra escola literária que surge paralela ao realismo e o naturalismo. Todavia, sua proposta era bem diferente e portanto, foi classificada de maneira independente.

Ainda que os autores do período escolhessem temas relacionados com a realidade, a preocupação residia na perfeição das formas.

A “arte pela arte” é o mote principal do movimento. Nesse período os valores estiveram essencialmente voltados para a estética poética, como a métrica, as rimas e a versificação.

Dessa maneira, houve uma forte preferência pelas formas fixas, por exemplo, o soneto. Os escritores que se destacaram nesse período formavam a “Tríade Parnasiana”: Olavo Bilac, Alberto de Oliveira e Raimundo Correia.
O Simbolismo começa em 1893 com a publicação de Missal e Broquéis, de Cruz e Souza. Ele vai até o início do século XX, quando ocorre a Semana de Arte Moderna.

Simbolismo

As principais características dessa escola literária são o subjetivismo, o misticismo e a imaginação.

Assim, os escritores do período, apoiados em aspectos do subconsciente, buscavam compreender a alma humana exaltando a realidade subjetiva. Destacam-se as obras poéticas de Alphonsus de Guimarães e Augusto dos Anjos. Esse último, já apresenta algumas obras de caráter pré-modernista.

Pré-Modernismo

O pré-modernismo no Brasil foi uma fase de transição entre o simbolismo e o modernismo que ocorreu no início do século XX.

Aqui, já se via despontar algumas características modernas como a ruptura com o academicismo e ainda, o uso de uma linguagem coloquial e regional.

A temática mais explorada pelos escritores do período estiveram voltadas para a realidade brasileira com temas sociais, políticos e históricos.

Com uma grande produção literária, destacam-se os escritores: Monteiro Lobato, Lima Barreto, Graça Aranha e Euclides da Cunha.

Modernismo

O Modernismo no Brasil é marcado pela Semana de Arte Moderna, ocorrida em São Paulo em 1922. É o limite entre o fim e o início de uma nova era na literatura nacional e nas artes como um todo.

Inspirado nas vanguardas artísticas europeias, o movimento modernista propõe o rompimento com o academicismo e o tradicionalismo. É assim que a liberdade estética e diversas experimentações artísticas são apresentadas nesse momento.

Esse período foi dividido em três fases: a fase heroica, a fase de consolidação e a a fase pós-moderna.

Com uma intensa produção poética, muitos escritores se destacaram: Oswald de Andrade, Mário de Andrade, Manuel Bandeira, Carlos Drummond de Andrade, Rachel de Queiroz, Cecília Meireles, Clarice Lispector, Jorge Amado, João Cabral de Melo Neto, Guimarães Rosa, Graciliano Ramos, Vinícius de Moraes, dentre outros.

Pós-Modernismo

A produção artística brasileira passa por intensa transformação após o fim da 1945. Assim, o pós-modernismo é uma fase de novas formas de expressão que acontecem na literatura, no teatro, no cinema e nas artes plásticas.

Essa nova postura moldará o imaginário por meio da ausência de valores, a liberdade de expressão e o forte individualismo. Além disso, a multiplicidade de estilos é uma marca do período.

A literatura brasileira contemporânea é composta por muitos escritores: Ariano Suassuna, Millôr Fernandes, Paulo Leminski, Ferreira Gullar, Adélia Prado, Cora Coralina, Nélida Pinõn, Lya Luft, Dalton Trevisan, Caio Fernando Abreu, etc.

Ginástica Artística

ginástica artística, também chamada de ginástica olímpica, é uma modalidade esportiva que envolve um conjunto de movimentos.

Esses movimentos exigem precisão, força, flexibilidade, agilidade, coordenação e equilíbrio. Portanto, o domínio do corpo é uma das principais características desses atletas.

ginástica artística
Movimentos de ginástica artística

Quem pratica a ginástica artística são chamados de ginastas. Embora inicialmente ela era praticada somente por homens, hoje essa modalidade está presente em ambas categorias (masculina e feminina).

Você sabia?

No início, essa modalidade era chamada de ginástica olímpica. Somente mais tarde e com a inclusão da ginástica rítmica desportiva e da ginástica de trampolim ela passou a ser chamada de ginástica artística.

História

A história da ginástica artística é mais antiga do que pensamos. Acredita-se que os gregos praticavam diversos movimentos e acrobacias em alguns aparelhos com o intuito de atingir a perfeição física.

A ginástica grega era uma preparação do corpo tanto para a prática de outros esportes, como para o treinamento militar.

No início do século XIX, o pedagogo alemão Friedrich Ludwig Christoph Jahn (1778-1852) foi um dos responsáveis por transformar a ginástica artística em modalidade esportiva.

Retrato
Retrato de Friedrich Ludwig Christoph Jahn

Ele fundou clubes de ginástica para jovens e interessados na modalidade e ainda, criou diversos aparelhos que são utilizados até hoje.

Por esse motivo, é chamado por alguns de “pai da ginástica”. Visto que a prática era vista como perigosa, Jahn foi preso e a ginástica foi proibida.

Felizmente, adeptos desse esporte não permitiram sua extinção. Assim, alguns alemães levaram a modalidade para outras partes da Europa e do mundo.

Em 1881 foi fundada a Federação Europeia de Ginástica, o que resultou na consolidação dessa modalidade esportiva.

Desde 1896, a ginástica artística está presente nos jogos olímpicos. Começou nos Jogos de Atenas e nos Jogos Pan-americanos ela está desde 1951.

No tocante à categoria feminina, foi somente nas Olimpíadas de 1928 na Holanda que as mulheres passaram a competir. Hoje esse grupo tem grande representatividade no Brasil e no mundo.

Ginástica Artística no Brasil

A ginástica artística chega ao Brasil em finais do século XIX. Trazidos por imigrantes europeus, foi nos Estados da região do sul que ela teve início.

Em 1858 foi fundada em Santa Catarina a Sociedade de Ginástica de Joinville. Dez anos depois, foi fundada em Porto alegre outra organização dessa modalidade: a Sociedade de Ginástica de Porto Alegre (Sogipa).

No início do século XX, Rio de Janeiro e São Paulo começaram a praticar ginástica olímpica em clubes da cidade. O primeiro campeonato nacional ocorreu em 1950 entre atletas paulistas, cariocas e gaúchos.

Em 25 de novembro de 1978 foi criada a Confederação Brasileira de Ginástica (CBG), órgão responsável pela modalidade no país.

Logo, ela filiou-se à Federação Internacional de Ginástica (FIG), responsável pela organização de competições mundiais.

A primeira competição olímpica brasileira foi realizada em Moscou em 1980. Desde então, essa modalidade vem crescendo no país. Merecem destaque os ginastas Daiane dos Santos e Diego Hipólito, ambos campões mundiais.

Regras

Geralmente as provas de ginástica artística tem o foco na perfeição dos movimentos. Numa sequência oré-determinada, os ginastas executam uma série de movimentos que ocorrem nos aparelhos e no solo.

Aparelhos

Além de movimentos no solo e os saltos realizados pelos ginastas, a ginástica olímpica reúne diversos aparelhos. Os ginastas usam uma espécie de tala nas mãos para realização desses movimentos.

Para as categorias femininas e masculinas os equipamentos utilizados são diferentes. Assim, para a prática masculina os principais aparelhos são:

  • Cavalo com alças
  • Argolas
  • Barras Paralelas
  • Barras Fixas
  • Barras Assimétricas
  • Barras de Equilíbrio

Salto e Solo

Tanto as mulheres como os homens realizam movimentos no solo e saltos.

Mediante uma corrida inicial curta, os atletas desenvolvem um impulso necessário para dar um salto. Por fim, eles pousam os pés num colchão.

Na prova de solo, giros, saltos, passos e movimentos acrobáticos são realizados pelos dois grupos. Eles não podem ultrapassar o limite da quadra em forma de quadrado com 12 metros de lado.

Os homens têm 70 segundos para realizar os movimentos. Já as mulheres, têm 90 segundos.

Na prova de solo masculina não há música para acompanhar os movimentos. Na feminina, por sua vez, há um fundo musical.

Os juízes atribuem notas relacionadas com a execução de cada movimento de acordo com o grau de dificuldade. Se os ginastas cometem erros, alguns pontos são retirados.